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Saneamento Básico - Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário

Os serviços de abastecimento de água e de coleta e disposição de esgotos sanitários no Município são executados por autarquia municipal, o Departamento Municipal de Água e Esgoto- DMAE-PC.

Criada em 1965, a autarquia considera que há 99,0 % de cobertura dos serviços de abastecimento de água e 98,0 % dos serviços de coleta de esgoto no município.

Em termos de volume de água, não há problema, pois são gerados 578 litros por segundo captados em 4 pontos distintos, sendo 01 ponto de captação na Bacia do Ribeirão Ponte Alta (ETA I), 01 ponto na bacia do Ribeirão Várzeas de Caldas (ETA III), outro na bacia do Ribeirão da Serra (ETA I) e o último na Bacia do Ribeirão Cipó (ETA V).

O tratamento da água é realizado segundo padrões de qualidade estabelecidos pela Portaria n.º 518 do Ministério da Saúde.

As ligações são feitas sempre com hidrômetros, existindo tarifas diferenciadas segundo as faixas de consumo. Ainda assim, a tarifa cobrada é mais barata que a da COPASA e é uma das menores no Brasil. A autarquia se auto-sustenta, conseguindo realizar pequenos investimentos com recursos próprios.

Hoje, os planos mais importantes de investimentos concentram-se no tratamento de esgoto. Estão sendo construídas no município duas Estações de Tratamento de Esgotos (ETEs), com financiamento junto à Caixa Econômica Federal, sendo que uma se localiza abaixo da Cascata das Antas na margem direita do rio Lambari (ETE I), com capacidade para 312 l/s e a outra, (ETE II) com capacidade para 100 l/s, junto a ETA V, na rodovia do Contorno na margem direita do ribeirão das Antas. O município já opera uma pequena estação de Tratamento de Esgotos (ETE II) com capacidade para 10 l/s, situada ao lado da Danone na margem esquerda do ribeirão das Antas. As três estações trabalhando juntas, serão responsáveis pelo tratamento de 100% dos esgotos gerados no município.

Hoje, 90,0% dos efluentes são lançados no emissário e 10,0%, no ribeirão que corta o centro da cidade, sendo ambos despejados no Rio Lambari. Destacando que tanto o emissário que transporta o efluente até a ETE I, como a linha de recalque que levará o efluente até a ETE III, já foram executados faltando apenas suas interligações às ETEs, ora em construção.

A estação de tratamento existente no bairro Jardim Kennedy II, por ter ficado obsoleta, será desativada e substituída pela ETE III.

O plano de trabalho atual do DMAE concentra-se em concluir e operar as ETEs.

Para os grandes usuários, são firmados contratos de demanda a partir de consumo mensal superior a 5.000 m³, sendo que o valor do m³ será definido conforme a média consumida, dentre outros fatores.

Quanto a taxas de esgoto e efluentes equivalem a 85% do valor do m³ de água.

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